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FESTIVAL ART&TUR EM VILA NOVA DE GAIA DE OLHOS POSTOS NO MUNDO

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Última mensagem Outubro 22, 2015, 06:30:27 pm
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Curta-Metragem Portuguesa seleccionada para o Festival Human District

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Última mensagem Maio 24, 2016, 11:04:42 am
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Curta portuguesa premiada no Festival de Cinema de São Francisco

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“Noite Sem Distância”, de Lois Patiño, foi galardoada com o prémio para Melhor Curta-Metragem no 59º Festival Internacional de Cinema de São Francisco, que decorreu entre 21 de abril e 5 de maio nos EUA. O filme, rodado na fronteira entre Portugal e Espanha, é uma produção do Curtas Vila do Conde e integra o catálogo de filmes da Agência da Curta Metragem.

“Noite Sem Distância” foi apresentado na Competição Golden Gate Awards para curtas-metragens narrativas. Sobre a competição, o júri, composto pela programadora do festival Laura Thielen; pela Vice-Presidente de Aquisição de Filmes da Fandor, Amanda Salazar; e pelo jornalista e produtor Santhosh Daniel; considerou que “estas representações bem construídas conectaram-nos com o mundo e a nossa própria humanidade de uma forma inesperada”.

Organizado pela San Francisco Film Society, o San Francisco Film Festival é o mais antigo festival de cinema das Américas.

Produzido pela Curtas Metragens CRL no âmbito do projeto Campus, envolvendo uma equipa de estudantes de Cinema e Multimédia, “Noite Sem Distância” teve estreia em julho de 2015 no 23º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema. Desde então, a curta-metragem integrou o circuito dos festivais internacionais de cinema, tendo sido exibida nos festivais de Locarno, Toronto, Nova Iorque e Hong Kong, entre outros.

O filme foca-se na fronteira entre Portugal e Galiza, desenvolvendo as histórias que habitam esses espaços, nomeadamente o papel do contrabando no desenvolvimento dos dois países. “Decidi representar uma cena de contrabando na Serra do Gerês em estradas que os contrabandistas realmente usaram. E as pessoas da região participariam enquanto atores, muitos deles foram, inclusivamente, contrabandistas na juventude”, explica o galego Lois Patiño.



 

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